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Caros corajosos!

Saudações...sejam bem vindos ao meu humilde casulo que ainda teço!
Se não conseguirem compreender algo... nem tentem mais...até porque tudo o que aqui é mostrado sai da mente de uma pobre borboleta!
GRATA

"Torna-te quem tu és"!

"Torna-te quem tu és"!

sábado, 25 de junho de 2011

Outono... as folhas caem no chão!

O vento limpa a cidade, vare suas folhas caídas, tira a poeira... percorre entradas e saídas, becos e mansões...
Ele não pede licença... apenas invade!
Não há consentimento, age naturalmente por vontade própria...
Horas mais intensamente, horas mais suave... avassalador e inconstante.
Recesso nas atividades, causa arrepio e enclausura as pessoas no aconchego de seus domicílios e estabelecimentos...
Vai pintando com seu ato de passar imagens uniformes... abstratas... dignas de aplausos...
A platéia dá as costas, não é importante, não é extraordinário...
E a face da tristeza se apresenta, se mostra aos que se permitem ver...
Tão bela, tão profunda, escancaradamente presente...
Em seus uivados casa com uma boa música clássica, um escritório abarrotado de livros e um poeta atirado em uma cadeira debruçado na escrivaninha entregue as palavras... melancolia deslumbrante, tristeza divina, o misto do conhecido com o imaginável...
Tudo flui, as engrenagens se movimentam...
Quem dera morrer de amor nessa hora, quem dera representar um maldito num desses palcos da vida... quem dera ser pra sempre ser só... quem dera poder arrancar lágrimas...
E frio, acaba por si com o fim de um vento intempestivo.

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